quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Vizinho também e familia

Terminal do Praça A - Realidade de muitos goianos

   
     São 6 da manhã. Grande parte da população já esta de pé, lutando por mais um dia, um dia de aula ou trabalho. Ao acordar, sempre vem aquela vontade de ficar na cama, em casa e descansar. No entanto, a vida não para.
      Diariamente, milhares de pessoas passam pelo terminal Praça A, seja para ir ao trabalho, escola ou para a faculdade, enfrentam uma guerra pois dependem do transporte público e têm um horário para chegar ao destino.
      A falta de interesse dos governantes em assegurar este direito causa vários transtornos, como ônibus super lotados, motoristas estressados, população indignada. É um empurra-empurra, falta de respeito com o próximo e a si mesmo, que transformam a todos em animais. Quem utiliza o transporte coletivo sabe bem do que se está falado.





Elizabeth Cristina Bueno Gonçalves

Terminal Recanto do Bosque


terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Urbnuto - Alexandre

personagem do bairro. Vídeo de minuto.

Olha o leite!Olha o leiteiro!

Escola modelo Hebert José de Souza





A escola do meu bairro


          A tradicional Escola Cenecista Balneário Meia Ponte, foi criada no dia 16 de Março de 1981, no encontro comunitário do Jardim Balneário Meia Ponte. A ideia surgiu a partir de discussões de grupos de jovens, pais e líderes da comunidade, preocupados em criar uma escola que os atendesse no período noturno, onde a demanda era acentuada.
          Como as Secretarias de Educação Municipal e Estadual não podiam atender tal demanda, a Campanha Nacional de Escolas da Comunidade (CNEC), já instalada em Goiânia, estabeleceu parceria com o Estado e a Prefeitura, criando assim a Escola Cenecista Balneário Meia Ponte.
          A partir de 1999, a CNEC foi impedida, legalmente, de cobrar taxa de contribuição dos alunos, assim transferiu a responsabilidade da administração da instituição para a Rede Pública Municipal.
      Somente em dezembro de 2001, a CNEC fechou com o Tribunal de Contas do Município um contrato de compra e venda. Após essa data, a escola ficou usando provisoriamente o nome de Escola Municipal Cenecista Balneário Meia Ponte.
           Em 2003, foi empossado o primeiro diretor eleito pela comunidade através do voto direto. O processo eleitoral,com dois candidatos, ocorreu de forma movimentada e contou com o envolvimento de todos os segmentos da comunidade escolar.
           Após o voto direto, foi enviada uma correspondência aos pais solicitando sugestões para novo nome da escola. Posteriormente, a comunidade reuniu-se e dentre as três sugestões mais citadas: Felipe Tiago Gomes (Fundador da Escola Cenecista), Yêda Shimaltz (Escritora Goiana falecida naquele ano) e Hebert José de Souza (o Betinho, sociólogo, incansável na luta contra as injustiças sociais). 
          A escolha recai foi a última sugestão. Em 2003 entrou em tramitação na Câmara Municipal o processo de lei de criação e denominação da escola. Em 28/10/2005 foi assinada a Lei 8443 e esta publicada no diário oficial em 07/11/2005. Desde de então a escola passou a ser denominada, oficialmente, de Escola Municipal Hebert José de Sousa.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Pyqui em Tupi-Guarani, py: pele, qui: espinhos, ou seja, pele com espinhos

 EMBRAPA (2005). Pequi (taxonomia e nomenclatura) AGEITEC (Agência Embrapa de Informação Tecnológica). Visitado em 02, Jan, 2015.

Zea mays

Este milho se planta por entre a mandioca e por entre as canas novas de açúcar. E colhe-se a novidade aos três meses, uma em agosto e outra em janeiro. Este milho come o gentio assado por fruto, e fazem seus vinhos com ele cozido, com o qual se embebedam, e os portugueses que comunicam com o gentio, e os mestiços não se desprezam dele, e bebem-no mui valentemente.
 SOUSA, Gabriel Soares de 1540-1590. Tratado descritivo do Brasil em 1587. São Paulo, Cia Editora Nacional, Editora da Universidade de São Paulo. 1971. 4ª ed. 389p.

Qualé?



Um dia para Parquear! (Parque Atheneu)

Momento de Alimentação!

Esse é o ruido de um tratador alimentando os peixes do tanque!



Documentário "Ilha das Flores"

Pesonagem dos Restos da Cidade

Meio ambiente e Cultura



Da esquerda para a direita: liderança Xavante, Jacinto Tsororawe e Daniel Apïmama, cacique dos Juruna. Foto: amanda frança



Entrevista



Cacique Daniel Apïmama, do povo Juruna, conversa com liderança do povo Xavante, o professor Jacinto Tsororawe sobre problemas ambientais da atualidade.

Apïmama – Parente, o que o povo Xavante pensa sobre meio ambiente?

Tsororawe - O povo Xavante tem uma relação muito forte com o meio ambiente, ele é muito importante para nós, por que sem o meio ambiente ninguém vive. É do meio ambiente que retiramos nosso alimento, os materiais para a construção de nossas casas e os remédios para a manutenção de nossa saúde. Além disso, o povo Xavante vê a natureza como uma energia de bem estar, sua proximidade traz sons , espíritos de harmonia e tranquilidade para a aldeia. Preservando a natureza também preservamos nossas tradições que tem origem direta nela, por isso o meio ambiente é bem cuidado e respeitado na cultura Xavante.

Apïmama - Como os nossos jovens da cultura Xavante são ensinados a cuidar do meio ambiente?

Tsororawe – A gente ensina por meio da nossa experiência, nossos jovens respeitam e preservam o meio ambiente através dos conhecimentos de nossos antepassados, em caça, extração de plantas medicinais, de raízes, da madeira e pela confecção de brincos que marcam a identidade Xavante. A grande familiaridade que nossos jovens possuem com a natureza os deixa conscientes de que nós somos parte dela e que se a gente colocar fogo na floresta, por exemplo, isso apenas não mata diversas espécies, como também a nós mesmos que dependemos delas para viver.


Apïmama – Parente, o que você acha que nós, indígenas do Brasil, devemos fazer para mudar a triste situação do meio ambiente no país?

Tsororawe – Basta que se tenha união entre os diversos povos indígenas do país com os não indígenas que lutam pelo meio ambiente. É preciso reunir as diversas formas de pensar para que possamos trocar ideias e assim estabelecer um diálogo que afinal, é para um bem comum. Além disso, é necessário que os governantes ouçam o que os povos indígenas tem a dizer e reconheçam seus estilos de vida ,suas tradições e conhecimentos como solução para os problemas ambientais e sociais da vida urbana.
Deve haver maior divulgação da cultura indígena pela mídia, o que conscientizaria a população de que todos saem perdendo com a extinção de tamanha riqueza de conhecimentos, e em sua maioria ainda não descobertos e estudados.
Não é preciso que se levante armas para solucionar as questões de meio ambiente no Brasil, se isso é feito é porque não deram às comunidades indígenas a oportunidade do diálogo, e então nossos parentes sem alternativas de ação tiveram que defender com as próprias mãos o direito a terra, alimento e cultura, direitos assegurados pela constituição a todos os cidadãos brasileiros.



colaboração: Amanda França (3° período de Jornalismo na UFG)





























































Uma família do Orlando de Moraes.

Orlando de Moraes: vidas em construção

Uma escola vazia. Esta foi a primeira imagem que os alunos de jornalismo da Universidade Federal de Goiás tiveram do bairro Orlando de Moraes, a primeira de muitas. Seguiram-se a essa imagem, telhas, tijolos, cimento, crianças sorrindo, chorando, pessoas conversando, trabalhando, passeando, seguindo o ritmo de suas vidas. Vidas que tal como a maioria das casas do bairro, estão em construção. São novos ares, novos lares, um novo cotidiano... e uma velha realidade sem perspectivas de uma vida mais digna, de um futuro genuinamente promissor. Talvez um reflexo daquela escola vazia, do início deste texto. Encontrar pessoas não era difícil, receptivas ou com vergonha a conversa fluía fácil. Gente simples com a vida complexa, dificuldade com tudo, crianças sem chances de estudar, pais trabalhando para sobreviver e imagens belas no meio da grande poeira de terra vermelha.
Cachorros e cavalos, sapatos e mochilas, brinquedos e entulho pelas ruas... era difícil saber por quanto tempo aquelas coisas estavam ali. A quanto tempo a esperança estava ali, esperança de completar a obra, de conseguir vaga na escola para os filhos, esperança de povo brasileiro, sofrido e feliz, que luta todo dia e ao encontrar um aglomerado de jovens com câmeras na mão sorri, e conversa, e proseia e mostra seus filhos, pais mãe e tios. Felicidade. Daquelas que não se encontra em qualquer lugar, mas foi encontrada na obra, na casa, nas vidas, do Orlando de MoraesVidas em construção.

Carolina Otto e Vitória Caetano.

Reflexos

Carolina Otto

Não para


                                       



           São 16h35, me encontro no Jardim Esmeralda - Aparecida de Goiânia, e parei para observar o fluxo dos automóveis da cidade. A verdade é que captei 2min35 de filmagem e, só após, tive uma ideia do quanto a cidade é imensa! Pude contar nesse pequeno intervalo, um número bastante assustador para mim: quatro ônibus, sete caminhões, 41 motocicletas e, acreditem, 134 carros seguindo o fluxo do sinaleiro em frente ao Correio da Vila Brasília. Isso sem citar os pedestres e bicicleteiros que passavam por ali. Sem contar também os automóveis que pausaram para esperar o sinaleiro abrir novamente. Foi surpreendente pois somou-se uma quantidade de veículos que eu jamais poderia imaginar. Tive a certeza do quanto a vida é corrida e o tempo não tem fim.

A nova casa do "Pai"

       Há dois anos foram iniciadas as obras para a construção do novo e definitivo Santuário do Divino Pai Eterno em Trindade, com previsão de término para 2021. O novo Santuário terá capacidade para seis mil pessoas sentadas e 10 mil ao todo, a cúpula da igreja será de 94 metros de altura o que corresponde a um prédio de 30 andares. Com toda sua pompa ele passará a ser maior do que o Santuário de Nossa Senhora de Aparecida em São Paulo.

Maquete da Nova Basílica do Divino Pai Eterno.    Fonte: Daniella Faria

      Com uma estrutura que impressiona pela grandiosidade, será erguido um altar monumental para celebrações campais e sua praça comportará até 300 mil fiéis contando também com uma estrutura de sinos com 110 metros de altura que estão sendo construídos na Europa.
      Atualmente a construção conta com 140 operários trabalhando diuturnamente e encontra-se na fase de concretagem e colocação dos pilares de sustentação. A obra pode ser visitada por fiéis a qualquer momento, fiéis estes que ficam cada vez mais impressionados com a rapidez e magnitude do Novo Santuário, no local existem uma pequena capela para orações dos visitantes e trabalhadores.

Canteiro de obras da Nova Basílica     Fonte: Daniella Faria





                                                                                                                                 - Daniella Faria

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Que Parque é esse? (Bairro Parque Atheneu)

Mesmo com chuva amigos se encontram nas barras de ferro pra malhar...

Imagem: Parque Municipal Carmo Bernardes
Fonte: Lucas Gabriel

Imagem: Parque Municipal Carmo Bernardes
Fonte: Lucas Gabriel


Jogar futebol descalço e andar de bicicleta fazem a alegria da criançada.

Imagem: Parque Municipal Carmo Bernardes
Fonte: Lucas Gabriel





Subir e descer num brinquedo velho e molhado tornam-se legal para mãe e filho.























Até aquela moça tem lugar para pensar.


Imagem: Parque Municipal Carmo Bernardes
Fonte: Lucas Gabriel

Que o cachorro é companheiro de caminhada! 
Serve até de travesseiro. E se for de raça muitos irão olhar.

Imagem: Parque Municipal Carmo Bernardes
Fonte: Lucas Gabriel

Imagem: Parque Municipal Carmo Bernardes
Fonte: Lucas Gabriel


Até estátua parece admirar a moça passando.

Imagem: Parque Municipal Carmo Bernardes
Fonte: Lucas Gabriel

A lugar para a gente sentar e colocar as ideias no ar.
Imagem: Parque Municipal Carmo Bernardes
Fonte: Lucas Gabriel

Viaturas passando na rua ao lado.
 mães empurrando carinho de bebê e gente sempre correndo... 

Imagem: Parque Municipal Carmo Bernardes
Fonte: Lucas Gabriel





É assim que vejo meu Bairro! 
Leva Parque até no seu nome. Faz dele de todos, seu e meu. 
Ali vivemos desfrutando de pequenos e grandes momentos.

Antes onde os militares eram maioria...agora no Parque Atheneu todos podem se aconchegar.

 

Conhecendo a Paróquia Santa Maria

Foto feita por Elizabeth Bueno - Paróquia Santa Maria.

         Esta é a Paróquia Santa Maria a única igreja católica do bairro Parque Industrial João Braz, inaugurada em 15 de julho de 1981, atual Pároco o Pe. João Carlos dos Santos ainda em processo de reforma, possui vários grupos de oração, educação religiosa (catequese) que proporciona as crianças desde cedo também desenvolver um conhecimento da bíblia, missas aos Domingos: 7h30 e 19h30, nas Terças: 19h e toda primeira sexta-feira do mês às 19h, grande parte da população frequentadora desta unidade pertence também aos bairros vizinhos como Goiânia Viva, Serra Azul e Tropical Verde!



Reza

1 min- Kesia Ramos


Novena N.Sa. do Perpétuo Socorro - Vila Maria Luiza


Novena Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no meu bairro, Vila Maria Luiza, em Goiânia -GO.



A imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é um ícone - não se sabe quem foi o verdadeiro autor, acredita-se que tenha sido São Lucas


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015