Ninguém para para olhar a natureza marginal.
Com a cidade ao fundo o rio seco pede socorro, mas passando com rapidez só existem carros que não podem parar. Uma árvore cresce dentro da piscina de concreto, em protesto a engenharia e a arquitetura que não deixa os seres que gostavam de árvores
apreciar a sua beleza. Agora eles estão no automóvel com o clima regulado ao seu gosto, mas já se abrigaram no arvoredo.
Carolina Otto
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